Conexão Clínica: Onco Hematos realiza abordagem multidisciplinar sobre Câncer de Pulmão

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Mais uma Conexão Clínica foi realizada na Clínica Onco Hematos, que
integra a Rede AMO, Assistência Multidisciplinar em Oncologia, na noite
desta quarta-feira, 10. Desta vez, com uma abordagem multidisciplinar
para discutir sobre o Câncer de Pulmão. A mediação da reunião foi
realizada pelo oncologista Thiago Menezes, além das palestras da
pneumologista Laís Cibele e do cirurgião torácico, Rodrigo Pires.

O encontro reuniu pneumologistas, oncologistas clínicos, cirurgiões e
outros profissionais para trazer as novidades no tratamento deste tipo
de câncer e discutir casos clínicos com uma abordagem multidisciplinar.

De acordo com o oncologista clínico da Onco Hematos, Thiago Menezes, a
oncologia está tendo muito ganho de conhecimento e evolução terapêutica,
não apenas na parte clínica, mas também na radioterapia e na cirurgia.
“Esse encontro é importante para tentarmos agregar as inovações e
evoluções de cada área e fazer um tratamento mais personalizado para os
pacientes. É essencial trazer a visão dos oncologistas clínicos, da
mesma forma o cirurgião traz as inovações das técnicas cirúrgicas e os
pneumologistas que são essenciais na avaliação pré-operatória, evitando
riscos dos pacientes durante a cirurgia. Nessas discussões, buscamos
alinhar os conhecimentos de cada área para termos o melhor desfecho aos
nossos pacientes”, explicou.

A pneumologista Laís Cibele falou na Conexão Clínica sobre a avaliação
pré-operatória em candidatos a cirurgia de ressecção pulmonar.

Para o cirurgião torácico, Rodrigo Pires, é essencial esse momento de
discussão com diversos profissionais com relação ao câncer de pulmão.
Durante sua palestra, foi apresentada a evolução das cirurgias no
tratamento do câncer de pulmão. “As cirurgias torácicas são cirurgias
que doem muito, mas com o avanço das cirurgias por vídeo e robótica, há
uma mudança de paradigmas. Esse avanço possibilita fazer um tratamento
melhor, mais completo e não necessariamente realizar procedimentos com
cortes muito grandes na região do tórax. Buscamos fazer o melhor, da
forma mais eficaz e esse formato cirúrgico, evitando cirurgia aberta em
muitos casos, é o que há de mais atual”, finalizou.

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